CNJ rebate…

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Como sempre, as denuncias nunca são real e devidamente avaliadas.

Revoltam-se os juízes, e com justa razão,frente às palavras da Corregedora e, infelizmente, mudam o foco da atenção.

Não é o CNJ que deve sofrer investigação e consequentes modificações que podem esvaziá-lo de suas funções ou, no mínimo, diminuir-lhe o poder.

O que deve ser investigada é a afirmação de que a “magistratura esta infiltrada de bandidos e ladrões escondidos atrás da toga”.

Se tem fundamento expurguemos o Judiciário ou, se é apenas um um comentário infundado, penalizemos a corregedora.

Aproveitar o comentário, infeliz diga-se de passagem,  para reforçar a ADI (Ação Direta de Inconstitucionalidade) e enfraquecer o CNJ é sair pela tangente.

E sair pela tangente é o que vai “desacreditar os Juízes perante o povo”.

Investiguem, ou mandem quem de direito investigar, e, apurada a verdade, punam-se os “bandidos e ladrões” ou, caso não existam, corrija-se à Corregedora que, em sua indignação não conseguiu sofrear a língua.

Sobre o autor

Antonio Naddeo

Há 68 anos, em 1950 surgia o ator, moldado até então pelas máquinas em uma indústria de cartonagem. Aos 16 anos passa a ser moldado pelo palco, pelos scripts e por uma incansável vontade de aprender.

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Por Antonio Naddeo

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Antonio Naddeo

Há 68 anos, em 1950 surgia o ator, moldado até então pelas máquinas em uma indústria de cartonagem. Aos 16 anos passa a ser moldado pelo palco, pelos scripts e por uma incansável vontade de aprender.